Arte visual

Ao longo dos anos, tenho experimentado com formas tradicionais e contemporâneas de arte, com temáticas que variam do sagrado ao profano, geralmente acompanhadas de algum tipo de missão ou propósito social.

Comecei a estudar iconografia bizantina há mais de dez anos, e continuo a produzir tais tipos de ícones, sobretudo mediante comissões. Porém, ao longo dos anos, busquei desenvolver um estilo alternativo que se baseia em alguns padrões da iconografia tradicional, adaptada a temas latinoamericanos e entremeado por outras iconografias e símbolos. A isso, chamo “hiperícones”. Como influências para esse trabalho, citaria os trabalhos de Cláudio Pastro e Cerezo Barredo.

Também desenvolvi uma série de obras não-sacras, que podem ser brevemente definidas como uma conversa contínua sobre o poder da imagem na sociedade contemporânea. Essa série foi amplamente influenciada pelos conceitos de hiper-realidade e simulacros, do filósofo Jean Baudrillard. O objetivo final é ampliar as percepções que as pessoas têm do mundo ao nosso redor, e, oportunamente, trazer suas atenções a questões urgentes que passam despercebidas. Artistas influentes que me serviram de inspiração têm sido Joseph Kosuth e sua arte conceitual, hiper-realistas como Chuck Close e Denis Peterson e alguns dos mestres como Caravaggio e os realistas franceses do século XIX.

As galerias a seguir listam algumas das peças mais relevantes, segundo minha opinião, organizadas de acordo com tema e estilo.